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sexta-feira, 21 de março de 2025

Mulheres paulistas transformam o próprio negócio com crédito do Banco do Povo

Em pouco mais de 1 ano, Banco do Povo Paulista libera R$ 103 milhões para empreendedoras; conheça histórias de superação e saiba mais sobre o financiamento


Março é o mês que celebra o Dia Internacional da Mulher, mas a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) incentiva e apoia o empreendedorismo feminino durante o ano todo. Por meio do Banco do Povo Paulista (BPP), foram cerca de R$ 103 milhões concedidos por meio de créditos a mulheres empreendedoras do Estado de São Paulo, no período de janeiro de 2024 a fevereiro de 2025, em mais de 6,8 mil operações. Pequenos e médios negócios impactados com o financiamento de juros mais baixos do que os praticados pelo mercado.


Atualmente, as mulheres representam 48% do público apoiado pelo programa que conta, inclusive, com uma linha de crédito específica para elas, o Empreenda Mulher. Cláudia Almeida Pereira, 38 anos, faz parte desse grupo. Nascida na cidade de São Paulo, ela montou o seu negócio de venda de açaí em Ubatuba, no litoral norte paulista, após conseguir comprar uma casa própria e se mudar com a família para a região em 2023.


“Hoje, meu negócio é uma referência de venda de açaí sobre rodas nas praias daqui. E, graças à ajuda do Banco do Povo, foi possível expandir o meu empreendimento, pois consegui colocar mais um carrinho na areia”, explica Cláudia.

A empreendedora conta que possui grandes sonhos para o seu negócio e que, para realizá-los, contará ainda mais com o auxílio do BPP. “Assim que quitarmos as parcelas, quero pegar um novo crédito com o Banco do Povo Paulista e comprar mais dois carrinhos para fortalecer ainda mais a minha marca. A ideia é criar uma franquia para que outras pessoas possam obter resultados por meio desse modelo de empreendimento”, ressalta.

Rainy França dos Reis, 32 anos, é outro exemplo. Moradora de Caraguatatuba, também no litoral norte paulista, ela tem um espaço que oferece o serviço de alongamento de unhas, onde também funciona um instituto que carrega o seu nome para compartilhar conhecimentos.

“Eu entendi que não conseguiria dar cursos para turmas por causa do meu espaço anterior, que era bem menor. Então, foi neste momento que o Banco do Povo entrou na minha vida para me ajudar, pois consegui me mudar para um local maior, com duas salas”, destaca.


Segundo ela, a oportunidade de trocar para o novo espaço apareceu em um momento inesperado. "Se não fosse o Banco do Povo, talvez eu não tivesse conseguido mudar, porque realmente o serviço foi fundamental. O processo foi tranquilo, deu tudo certo e foi rápido. Na unidade da minha cidade, a agente de crédito foi muito atenciosa. Hoje, sou a designer de unhas mais reconhecida no município, número 1 do Google", finaliza.

Linhas de crédito

O Banco do Povo possui três linhas de crédito: Empreenda Rápido, Empreenda Mulher e Empreenda Afro, com valores entre R$ 200 e R$ 21 mil. Além disso, os participantes fazem um curso de capacitação empreendedora, promovido gratuitamente pelo Qualifica SP e pelo Sebrae, para aprender ou se aperfeiçoar na gestão do seu negócio.

Para saber quais são as unidades conveniadas ao Banco do Povo, conferir a lista dos documentos necessários para solicitar o microcrédito e as taxas de juros, basta acessar a página do Banco do Povo Paulista, no site da SDE.

Sobre a SDE

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), do Governo do Estado de São Paulo, exerce papel fundamental para a reindustrialização e atração de investimentos com foco na geração de emprego, renda e desenvolvimento regional. Além disso, conta com programas de capacitação profissional e ações de fomento ao empreendedorismo, que incluem linhas de microcréditos do Banco do Povo. A pasta tem como instituições vinculadas: InvestSP, Desenvolve SP e Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp).

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Estudo aponta que estresse crônico pode elevar risco de AVC em mulheres

Prof.ª Dra. Matilde - Crédito: Publicidade


    Médica fisiatra alerta sobre impactos do estresse na saúde vascular e importância da reabilitação, após um derrame

    Um estudo publicado nesta quarta-feira (5), na revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia, revelou que mulheres que vivem sob estresse crônico têm um risco 78% maior de sofrer acidente vascular cerebral (AVC).

    A pesquisa, do Hospital Universitário de Helsinque, na Finlândia, e do Instituto Karolinska, na Suécia, analisou a relação entre o estresse prolongado e a ocorrência de AVC isquêmico, o tipo mais comum, causado pela obstrução de uma artéria no cérebro, representando, por exemplo, em torno de 85% dos casos no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

    Os pesquisadores avaliaram 426 pacientes, com idades entre 18 e 49 anos, que sofreram um AVC sem causa aparente, e comparou-as com outras 426 pessoas da mesma faixa etária que não tiveram derrame. Todas responderam a questionários sobre seus níveis de estresse no mês anterior ao evento. As pontuações variavam de 0 a 40, sendo classificadas em três níveis: baixo (0 a 13), moderado (14 a 26) e alto (27 a 40).


Principais descobertas do estudo       


- Mulheres com estresse moderado tiveram um risco 78% maior de sofrer AVC, em comparação com aquelas com níveis baixos de estresse.

- Curiosamente, o estresse alto foi associado a um aumento de risco de apenas 6%, levantando questões sobre os mecanismos envolvidos.

- Entre as mulheres que sofreram AVC, 46% relataram níveis moderados ou altos de estresse, enquanto no grupo sem AVC, esse número foi de 33%.

- Mesmo após ajustes para fatores, como pressão alta, tabagismo e consumo de álcool, a correlação entre estresse e AVC permaneceu significativa.

- Os pesquisadores não encontraram uma ligação entre estresse e derrame em participantes do sexo masculino.

    Para a médica fisiatra Prof. Dra. Matilde Sposito, especialista em reabilitação neurológica e bloqueios neuroquímicos para o tratamento de sequelas do AVC, com consultório em Sorocaba (SP), os dados reforçam a necessidade de estratégias eficazes de controle do estresse. “Apesar das descobertas, o estudo não prova que o estresse causa derrame e, sim, apenas mostra uma associação. Mesmo assim, o estresse prolongado ativa mecanismos inflamatórios no corpo, aumentando a pressão arterial. Isso pode comprometer a circulação e elevar o risco de AVC”, explica.

O pesquisador do Hospital Universitário de Helsinque, na Finlândia, Nicolas Martinez-Majander, afirmou, em comunicado, que mais pesquisas são necessárias para entender por que mulheres que se sentem estressadas, mas não homens, podem ter um risco maior de derrame. “Além disso, precisamos explorar mais por que o risco de derrame em mulheres foi maior para estresse moderado do que para alto estresse”, declarou.

Prevenção e tratamento


A médica fisiatra Prof.ª Dra. Matilde explica que a incidência de AVC é mais comum em pacientes que não se atentam para os seguintes pontos: alto nível de estresse, má alimentação e sedentarismo. “Esse, costumamos dizer, é o tripé-fatal. Por isso, reitero que manter a saúde em dia, fazer exames regulares, ter uma boa alimentação, aliada a hábitos saudáveis de vida, com exercícios físicos, é primordial para a longevidade, principalmente para aqueles que já tem uma predisposição genética”, enfatiza.

Ela explica que as sequelas de um AVC podem ser muito graves, levando a uma mudança radical na vida do paciente. “A Fisiatria é uma especialidade médica voltada para a reabilitação de pessoas com dificuldades motoras causadas por doenças como o AVC. O processo terapêutico busca estimular o cérebro a se reorganizar, promovendo a recuperação de funções prejudicadas”, explica a médica fisiatra.

O principal objetivo do tratamento, segundo Prof.ª Dra. Matilde Sposito, é restaurar a mobilidade, aliviar dores e proporcionar mais qualidade de vida ao paciente. Para isso, diferentes abordagens podem ser adotadas, como acupuntura, fisioterapia, hidroterapia, RPG, pilates e cinesioterapia.

Além das terapias convencionais, podem ser aplicados bloqueios neuroquímicos com toxina botulínica para tratar sequelas, traumas ou outras condições que afetam os movimentos, como a espasticidade – caracterizada pela rigidez muscular e a dificuldade de movimentação.

Para saber mais sobre o universo da Fisiatria, acesse o site: www.dramatildesposito.com.br; as redes sociais @dramatildesposito ou ligue para: (15) 3229-0202 ou WhatsApp (15) 98812-2958. O consultório da Prof.ª Dra. Matilde Sposito fica localizado na clínica Ápice Medicina Integrada, situada na Rua Eulália Silva, 214, no Jardim Faculdade, em Sorocaba/SP.

Pesquisa mostra que perda auditiva não tratada aumenta o risco de demência



Um estudo publicado na revista inglesa The Lancet Public Health revela que a perda auditiva não tratada está diretamente associada ao aumento de 42% no risco de demência em indivíduos entre 40 e 69 anos. A pesquisa, que incluiu dados de 438 mil pessoas, destaca que o uso de aparelhos auditivos por pessoas que tem perda auditiva as protege desse risco, enquanto pessoas com perda auditiva não tratada estão mais propensos à demência quanto pessoas com audição normal.

O estudo, que analisou dados do UK Biobank — um banco de dados que inclui informações genéticas e de saúde detalhadas de quase meio milhão de pessoas no Reino Unido. Dos avaliados, 111.822 (um quarto) apresentaram perda auditiva — desse grupo, apenas 13.092 (12%) usavam o dispositivo.

Os autores, então, descobriram que aqueles com perda auditiva que não usavam aparelhos tinham um risco 42% maior de desenvolver demência por qualquer uma das causas. Ao mesmo tempo, nenhuma probabilidade aumentada foi encontrada entre os que tinham surdez parcial, mas utilizavam o equipamento.

A fonoaudióloga Dra. Vanessa Gardini, especialista em reabilitação auditiva, da Pró-Ouvir Aparelhos Auditivos, de Sorocaba (SP), informa que a detecção precoce da perda auditiva deve ser uma prioridade nos exames de saúde, a partir dos 40 anos. Segundo ela, a falta de consciência sobre os benefícios dos aparelhos auditivos ,aliada ao preconceito de usar aparelhos, ainda é uma barreira para muitas pessoas.

"O tratamento precoce da perda auditiva não só melhora a qualidade de vida, mas também tem um impacto muito positivo na saúde cerebral, retardando, ou até prevenindo, o desenvolvimento da demência", afirma a Dra. Vanessa.

A especialista alerta que a perda auditiva não tratada causa privação sensorial, afetando áreas do cérebro essenciais para a memória e o aprendizado. Além disso, ela destaca que, ao não utilizar aparelhos auditivos, o indivíduo também tende a se isolar, o que contribui, ainda mais, para o declínio das funções cognitivas.

“Quando a gente ouve, o som é convertido em estímulo elétrico e passa pelas vias neurais até chegar à região do cérebro, onde ele é traduzido em informação. É assim que a gente ouve. E essa mesma região do cérebro é responsável pela memória, equilíbrio, aquisição de linguagem e comunicação. É uma região neural que precisa ser estimulada, precisa ser exercitada para não atrofiar”, afirma.

A fonoaudióloga acrescenta que a inatividade dessa região do cérebro é um dos fatores que podem levar às demências, mas que episódios gerados pela própria condição, como depressão e isolamento social, frequentes em pessoas que não ouvem, também são agravantes.

“Os indivíduos que começam a perder a audição tendem a se afastar de situações sociais, pois têm dificuldade em acompanhar conversas e acabam se sentindo deslocados. Isso pode causar uma sensação de frustração e, eventualmente, resultar em um quadro de ansiedade ou depressão", pontua.

Hábitos, como falar ao telefone, assistir à televisão ou conversar, são interrompidos pela perda auditiva, que pode ocorrer gradualmente, principalmente na fase de envelhecimento, ou estar presente desde o nascimento.

A especialista da Pró-Ouvir explica que o uso de aparelhos auditivos é fundamental, mas o tratamento não se resume a isso, pois envolve uma série de processos, como exame de audiometria clínica, avaliação detalhada das necessidades e dificuldades do paciente, adaptação e acompanhamento contínuo. “O cérebro do paciente precisa ser treinado a reaprender a ouvir, desenvolvendo habilidades, como memória auditiva, atenção e identificação de sons, especialmente após um longo período de privação sensorial”, destaca a Dra. Vanessa.

Para ter mais informações sobre o tratamento da perda auditiva e receber instruções de profissionais da área, acesse o site da Pró-Ouvir Aparelhos Auditivos (proouvir.com.br), siga as redes sociais (@proouvir) ou entre em contato pelo WhatsApp: (15) 3231-6776.





Tênis do sacrifício: como preparar e recuperar seu parceiro de folia

Passo a passo para preparar e recuperar da sujeira seu tênis de couro sintético após a maratona de Carnaval, deixando ele pronto para a próxima batalha


Créditos: Magic Studio

O Carnaval é sinônimo de alegria, dança, fantasias coloridas, marchinhas animadas e muitos passos pelas ruas, com o coração pulsando no ritmo das escolas de samba e a folia tomando conta de cada esquina. No meio dessa maratona, um verdadeiro guerreiro entra em cena: o tênis do sacrifício! Seja para enfrentar bloquinhos ou acompanhar o trio elétrico, ele precisa estar pronto para a missão.

Mas já foi o tempo em que precisávamos nos desfazer do calçado após vários dias de festa. Hoje, com o produto certo, o tênis do sacrifício, pode ser recuperado da sujeira pós-folia, voltando limpinho para o armário.

Pensando nisso, Cif reuniu seis dicas de como Cif Limpeza Milagrosa, que limpa 100 superfícies sem esforço*, pode garantir que seu tênis fique impecável antes e depois da folia.


Pré-folia: Preparando o guerreiro para a missão


Antes de cair na folia, siga estas dicas para garantir que seu tênis esteja pronto para encarar qualquer desafio:

Tire do armário e faça uma análise: verifique se há resíduos de terra ou outras sujidades.

Limpeza rápida: com um pano úmido e um pouco do Cif Limpeza Milagrosa, passe suavemente no couro sintético e nas partes plásticas. Na sola, use uma escova para remover as sujeiras mais resistentes.

Secagem e ventilação: após a limpeza, passe um pano seco e deixe o tênis em um local arejado antes de usá-lo.

Agora seu parceiro de Carnaval está pronto para a batalha!

Pós-folia: Recuperando o calçado folião

Após quilômetros de caminhada e horas de diversão, chegou a hora de devolver a dignidade que o seu fiel escudeiro merece:

Remova o excesso de sujeira: passe um pano seco ou use uma escova macia para retirar a terra acumulada.
Limpeza profunda: aplique o Cif Limpeza Milagrosa, que limpa 100 superfícies sem esforço, em um pano úmido e limpe suavemente a superfície do couro sintético e das partes plásticas. Para a sola, use uma escova para reforçar a limpeza.
Finalização: Passe um pano úmido para remover qualquer resíduo do produto, seque com um pano seco e deixe o tênis em um local arejado.

Seu tênis do sacrifício está pronto para a próxima missão – seja no Carnaval do próximo ano ou em qualquer outra aventura!


*CONSULTE LISTA DAS SUPERFÍCIES EM WWW.CIFLIMPADORES.COM.BR.

Sempre TESTE EM UMA ÁREA NÃO VISÍVEL ANTES DE USAR. Leia e siga o modo de uso que consta no rótulo do produto. Não aplique os produtos em superfícies quentes. Para superfícies em contato com alimentos, enxágue abundantemente com água limpa, após a limpeza.


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Preços e estoque sujeitos a alteração mediante a data de acesso