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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Celulite de inverno: por que a chegada do frio marca a temporada dos furinhos

“Com a chegada do frio, muitas pessoas mudam hábitos que influenciam diretamente a aparência da pele e da celulite”, afirma Roberto Chacur


Créditos: @goldincision | CO ASSESSORIA


    Com a chegada do inverno, muitas mulheres deixam de se preocupar com a celulite porque o corpo fica menos exposto. O que pouca gente percebe é que a estação também costuma trazer mudanças de rotina que influenciam diretamente a aparência da pele e da celulite. Menos atividade física, menor ingestão de água, alimentação mais calórica e o adiamento dos cuidados corporais fazem com que fatores associados aos furinhos continuem presentes mesmo quando eles ficam escondidos sob as roupas mais pesadas.

    Segundo Roberto Chacur, médico especialista em tratamento da celulite e criador do protocolo GoldIncision, a chamada “celulite de inverno” não é um problema que aparece de repente, mas o resultado de mudanças que acontecem ao longo dos meses. “A celulite não entra em férias durante o inverno. O que muda é que muita gente deixa de olhar para ela porque o corpo fica mais coberto. A pele não responde da noite para o dia e esse período pode ser utilizado para trabalhar questões estruturais, estimular a produção de colágeno e melhorar a qualidade da pele para que os resultados apareçam de forma gradual”, afirma.

    Essa mudança de hábitos acontece porque os meses frios costumam favorecer uma rotina mais sedentária, com menos atividade física, menor consumo de água e alimentação mais calórica. Além disso, o ressecamento da pele causado pelo frio e pelos banhos quentes pode deixar a superfície cutânea com aspecto menos uniforme, tornando os furinhos mais aparentes. O inverno não cria celulite, mas pode criar o cenário perfeito para que ela fique mais evidente.

    Para Nívea Bordin Chacur, CEO das Clínicas Leger, o principal erro é deixar os cuidados para depois. “Todo ano vemos pacientes chegando quando a insatisfação já está instalada, mas a verdade é que a pele precisa de tempo para responder aos estímulos. O inverno oferece uma oportunidade valiosa para cuidar da celulite com mais planejamento e menos ansiedade. Quando a paciente entende que estamos falando de um processo gradual e não de uma mudança imediata, ela consegue acompanhar a evolução da pele de forma muito mais tranquila. Quem aproveita o inverno para cuidar da pele chega às próximas estações colhendo os resultados. Quem deixa para depois quase sempre entra na corrida contra o tempo”, conclui.

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Bumbum Lisinho 500g - Sem Celulite e Estria


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quarta-feira, 24 de junho de 2026

Fashion Weeks: big four das passarelas tenta resgatar público de dois milhões de espectadores; entenda o fenômeno

1. Monica Motta (Foto: Patricia Vasconcelos) 2. Luma Vitória 
3.Bruna Souza 4.  Bruna Souza (Fotos: Divulgação)        


O retorno do Big Four (Nova York, Londres, Milão e Paris Fashion Week) da moda internacional promete atrair atenção global e aquecer o mercado em plena temporada de primavera.

Imagine reunir dois milhões de participantes ao redor das passarelas e ‘maisons’ do mercado da moda. Imaginou? Segundo dados da Gitnux, esse fenômeno é atribuído às “semanas de moda”, que desejam repetir o movimento milionário após três anos do boom fashion em formato híbrido.

Para especialistas do setor, o momento é estratégico para a indústria da moda. A chegada do “Big Four” das fashion weeks deve aquecer o mercado e preparar o calendário internacional para setembro, quando têm início as temporadas de primavera em Nova York, Londres e Milão, encerrando o ciclo em 6 de outubro com a ‘Semana de Moda de Paris Primavera 2027’.

Apesar do auge concentrado nos desfiles, os preparativos começam meses antes, já em junho. Nos bastidores, as modelos passam por rotinas intensas de preparação que incluem ‘runway training’ (treinamento de passarela), testes de fotogenia, avaliação de medidas, postura corporal, portfólio e construção cênica.

Além das modelos, uma preparação multidisciplinar mobiliza diferentes profissionais da moda, durante a maior temporada de casting do mundo. Segundo a empresária e CEO da Model Club Agency, Mônica Mota, o sucesso no exterior depende de um planejamento invisível aos olhos do público, e para isso, o networking abriu portas para o contato com agências como IMG Models (Hailey Bieber), Elite Model Management, Look1 Models, Next Management, e Ford Models.

"As fashion weeks representam o resultado de uma preparação iniciada muito antes dos desfiles. O mercado internacional exige planejamento, direcionamento e entendimento profundo das características de cada praça. Um perfil que funciona em Milão pode não atender às demandas de Londres ou Nova York, assim como a alta-costura em Paris pode não atender um determinado perfil de modelagem. Por isso, o trabalho desenvolvido foca não apenas na imagem do modelo, mas também na sua capacidade de se posicionar de forma estratégica em diferentes mercados, aumentando seu potencial de contratação por agências e marcas globais", afirma.

Por trás desse processo está uma extensa articulação com scouts e produtores de casting que atuam nos principais polos da moda mundial. A proximidade com esses profissionais permite acompanhar demandas, identificar oportunidades estratégicas e ampliar a visibilidade dos talentos brasileiros no exterior, aumentando as chances de inserção em desfiles de grifes globais como Gucci, Miu Miu, Saint Laurent, Balenciaga, Versace e Fendi. Não é atoa que o período de candidatura ao casting ainda continua ao longo do mês de junho.

À frente do trabalho de casting e preparação há três décadas, a empresária e CEO da Model Club Agency, Mônica Mota, apelidada de “Fada Madrinha” das modelos, é considerada uma das pioneiras na projeção de new faces em ares internacionais e no fortalecimento do mercado da moda, cuidando de novos talentos como Josefa Santos (Valentino), Beatriz Santos (Ami Paris) e mais de 100 modelos.

Outro destaque das fashion weeks neste ano é a presença das modelos brasileiras. Queridinhas entre o público e as maisons, Mônica explica que os talentos nativos se destacam pelo profissionalismo, versatilidade e capacidade de adaptação a diferentes mercados, características que fortaleceram a confiança dos agentes e recrutadores do exterior ao longo dos anos.

“As modelos brasileiras costumam chamar atenção naturalmente pela autenticidade, diversidade de perfis, facilidade de adaptação e forte presença diante das câmeras e nas passarelas. São características que mantêm o Brasil entre os países mais observados pela indústria fashion global e reforçam o potencial das nossas modelos para conquistar espaço no cenário internacional”, conclui.


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Conjunto de Lã -  Três peças para o Inverno


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Quem é a influenciadora brasileira que gastou mais de R$280 mil para parecer uma WAG?


“Depois das cirurgias, comecei a ser confundida com esposa de jogador em eventos e até em hotéis”, afirma Ravena Hanniely


    A influenciadora fitness brasileira Ravena Hanniely, de 25 anos, concedeu recentemente uma entrevista ao jornal americano New York Post, que repercutiu sua transformação estética e o investimento de mais de R$ 280 mil em procedimentos realizados nos últimos anos. Na publicação, Ravena contou que passou a ser frequentemente associada ao universo das chamadas WAGs, sigla usada para se referir às esposas e namoradas de jogadores de futebol.

    Durante a entrevista, a influenciadora revelou ter investido mais de US$ 51 mil, cerca de R$ 280 mil, em procedimentos como rinoplastia, próteses mamárias e harmonização facial. Segundo ela, a transformação acabou criando uma imagem que muitas pessoas associam imediatamente ao universo dos atletas e suas companheiras. “Depois das cirurgias, comecei a ser confundida com esposa de jogador em eventos e até em hotéis. Muitas pessoas simplesmente assumem isso quando me veem pela primeira vez”, afirmou.

    Ravena também relatou ao New York Post que já recebeu tratamento diferenciado por causa da aparência. De acordo com a influenciadora, houve situações em que foi direcionada para áreas VIP, recebeu upgrades em hotéis e percebeu que algumas pessoas acreditavam que ela estava acompanhada de jogadores famosos. “Foi algo que começou a acontecer naturalmente. Eu nunca fiz os procedimentos pensando nisso, mas percebi que as pessoas passaram a me enxergar dessa forma depois da transformação”, disse durante a entrevista.

    Entre os procedimentos mais recentes está um mini lifting facial, realizado para suavizar sinais do envelhecimento e manter características que considera importantes para sua imagem. Segundo Ravena, a decisão segue a mesma linha dos demais procedimentos realizados ao longo dos anos. “As pessoas podem criar interpretações diferentes, mas todas as minhas decisões foram tomadas pensando em mim. O mais importante é me sentir bem e satisfeita com a minha própria imagem”, conclui.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Rosana Ferreira: Primeira vencedora do Miss Bumbum tentou carreira de árbitra de futebol antes de entrar no concurso

“Mas eu não entendia nada de futebol. 
Até hoje eu não sei o que é impedimento”, declara Rosana Ferreira

Crédito: @rosanabumbum

    Rosana Ferreira, de 39 anos, primeira vencedora da história do Miss Bumbum Brasil, afirma que chegou a tentar seguir carreira como árbitra de futebol antes de entrar para o concurso. Segundo ela, a experiência durou pouco e acabou ficando apenas como um dos caminhos que cogitou seguir antes da fama.

    Rosana, que venceu a primeira edição do Miss Bumbum em 2011, afirma que o interesse pela arbitragem surgiu ainda na adolescência. Segundo ela, o futebol sempre esteve presente na sua rotina e a ideia de trabalhar dentro do esporte parecia algo natural naquele momento. “Eu sempre gostei de futebol e assistia muitos jogos. Quando via mulheres trabalhando dentro daquele universo, achava interessante e cheguei a pensar que poderia seguir esse caminho. Na minha cabeça, parecia uma ótima ideia”, relembra.

    Natural do Espírito Santo, Rosana conta que chegou a procurar cursos de arbitragem pouco antes de entrar para o Miss Bumbum. Segundo ela, a intenção era entender melhor as regras do jogo e avaliar se realmente conseguiria seguir carreira dentro do futebol. “Cheguei a buscar vários cursos, mas percebi que o meu conhecimento era muito básico. Além disso, eu tinha curvas demais para um ambiente ainda muito masculino, e sabia que isso também poderia ser complicado”, afirma.

    Pouco tempo depois, Rosana deixou a ideia da arbitragem de lado e decidiu se inscrever na primeira edição do Miss Bumbum Brasil, concurso que venceria em 2011. “Eu continuo gostando de futebol, assisto aos jogos e torço normalmente, mas até hoje não sei explicar o que é impedimento. Acho que fiz a escolha certa”, conclui.

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Exposição “Entre Tempos” propõe novo olhar sobre os ícones arquitetônicos de São Paulo no Circolo Italiano


    A cidade de São Paulo será palco, no próximo dia 2 de junho de 2026, da solenidade de abertura da exposição “Entre Tempos”, mostra artística que promete reunir cultura, tecnologia e memória urbana em uma experiência visual inovadora. A vernissage acontece a partir das 18h30 no tradicional Circolo Italiano, localizado no emblemático Edifício Itália, no centro da capital paulista.

    O evento deverá receber autoridades, empresários, comerciantes e representantes de instituições ligadas ao desenvolvimento e revitalização da região central da cidade. A exposição já vem conquistando ampla repercussão nas redes sociais por apresentar uma proposta artística singular: o encontro entre a fotografia aérea e a ilustração digital.

    Sob curadoria do jornalista e produtor cultural Maurício Coutinho, o projeto une o trabalho do artista visual e ilustrador Jean Rosa e do fotógrafo e piloto de drone Mavinho Acoroni. Enquanto Acoroni captura imagens aéreas impactantes da capital paulista, Jean Rosa intervém artisticamente nas fotografias com elementos lúdicos e contemporâneos, criando composições que transitam entre realidade e imaginação.

    A proposta da mostra é ressignificar alguns dos mais conhecidos cartões-postais paulistanos, convidando o público a enxergar a cidade sob novas perspectivas. Entre os cenários retratados estão o Edifício Copan, o Theatro Municipal de São Paulo, o Mercado Municipal de São Paulo, além do próprio Edifício Itália, do Edifício Conde Matarazzo, do Hotel América do Sul e do tradicional Cinelândia Hotel.

    Com uma estética que mistura linhas arquitetônicas, cores vibrantes e intervenções criativas, “Entre Tempos” propõe uma reflexão sobre o diálogo entre passado, presente e futuro da metrópole paulistana. As obras exploram as curvas, retas e contrastes urbanos de São Paulo, ampliando as possibilidades de interpretação visual da cidade.

    A realização da exposição conta com apoio cultural da Rede Buenas Hotéis, do Circolo Italiano, da Associação Pró Centro, do movimento Todos Pelo Centro, do Visite São Paulo Convention Bureau e do portal Visite o Centro de São Paulo.

    A expectativa é que a mostra fortaleça ainda mais o circuito cultural do centro paulistano, reafirmando a arte como instrumento de valorização da memória urbana e de reconexão da população com os espaços históricos da cidade.


sexta-feira, 1 de maio de 2026

Hipertensão no trabalho: por que homens de 50 a 59 anos morrem 25% mais

Dados compilados de fontes públicas pelo Núcleo de Inteligência e Conteúdo mostram maior número de óbitos
é 25% maior entre pessoas do sexo masculino (Crédito da imagem: Divulgação /Freepik)

Dia do trabalhador: mais comum entre mulheres, doenças hipertensivas matam 25% mais homens entre 50 a 59 anos, fase plenamente produtiva

O impacto das condições de trabalho sobre a saúde do coração ganham relevância neste 1º de maio, Dia do Trabalhador. Na Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho (LDRT), do Ministério da Saúde, a hipertensão arterial, mais comum entre mulheres, tem sido mais letal em homens de meia-idade.

Dados compilados de bases públicas pelo Núcleo de Inteligência e Conteúdo (NIC), do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo (SindHosp) revelam que na faixa etária de 50 a 59 anos, o número de óbitos por doenças hipertensivas em homens é 25% maior do que em mulheres. Elas, por sua vez, acumulam internações e óbitos em idades mais avançadas, especialmente acima dos 80 anos, reforçando a vulnerabilidade da população idosa feminina.

O comerciário Cristiano Peixoto, 51 anos, toma quatro medicamentos por dia para controlar a pressão alta. “Quase todos da minha família têm hipertensão. Descobri que tinha há cerca de 15 anos. Vou ao médico esporadicamente e tento manter atividade física para controlar. Quase todos da minha família têm o mesmo problema”, conta.

Cerca de 30% da população brasileira adulta vive com hipertensão arterial, que é um dos principais fatores de risco para condições cardiovasculares, como infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e doença renal, de acordo com dados do relatório Vigitel Brasil 2006–2024, do Ministério da Saúde.

“Os homens costumam procurar menos atendimento médico. Realizam menos exames preventivos e abandonam precocemente o tratamento. Além disso, descobrem a doença hipertensiva muito tardiamente, quando já têm comprometimento do coração, dos rins ou do cérebro. A hipertensão é uma doença silenciosa e pode permanecer por anos sem sintoma. No entanto, quando não tratada adequadamente, pode levar a problemas mais sérios”, explica o cardiologista Vagner Ferreira.

As mulheres ainda são as principais vítimas da doença, representam 56,4% dos pacientes totais internados. Os dados de 2020 a 2024 - os mais recentes nas bases públicas - mostram que entre 50 e 59, foram 7.327 óbitos em hospitais das redes pública e privada contra 5.863 mulheres. Na faixa etária de 60 a 69, foram 14.202 óbitos contra 11.878.

O médico Willyan Soares, 37, tem hipertensão primária desde os 22 anos. O estresse diário e o histórico familiar foram fundamentais para o início dos sintomas, mas ele não abre mão do controle diário. Faz uso contínuo de medicação aliada à atividade física. Como profissional da área de saúde, alerta. “É fundamental reforçar a importância na mudança dos hábitos de vida, como alimentação saudável e atividade física regular como principal fonte de tratamento e ajuste pressórico. A obesidade e a rotina acelerada da era contemporânea são os principais motivadores para o surgimento cada vez mais recorrente de hipertensão em pacientes considerados adultos jovens”, explica.

O avanço da doença com o envelhecimento é evidente, mas os dados mostram um novo cenário. “Esse quadro exige políticas públicas específicas de prevenção e cuidado, voltadas não apenas para idosos, mas também para adultos de meia-idade, com atenção às desigualdades regionais e às diferenças de gênero”, afirma Francisco Balestrin, presidente do SindHosp.

O tempo médio de permanência hospitalar é de quatro dias, o que reflete a complexidade dos casos, frequentemente ligados à insuficiência cardíaca ou renal.

6º congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica destaca avanços em inteligência artificial na dermatologia



Evento em Goiânia reúne especialistas do Brasil e do exterior até o dia 3 de maio



Goiânia, maio de 2026 – Goiânia é palco, entre os dias 30 de abril e 3 de maio, do 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD 2026), promovido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). O encontro, considerado um dos principais da especialidade no mundo, tem como tema “Evolução da Cirurgia Dermatológica em Tempos de Inteligência Artificial” e reúne especialistas nacionais e internacionais para discutir avanços em diagnóstico, tratamento e segurança cirúrgica.

Um dos principais pontos da programação é o uso da inteligência artificial na dermatologia, com aplicações que vão do atendimento e da gestão de consultórios ao suporte à decisão clínica. A ideia é mostrar como a tecnologia também contribui para aprimorar resultados cirúrgicos e aumentar a segurança do paciente. “É uma visão prática de como a tecnologia já impacta o dia a dia do dermatologista”, afirma o Dr. Francisco Le Voci, presidente da SBCD.

A programação científica inclui palestras, workshops, sessões plenárias, cursos práticos e apresentação de trabalhos científicos. A proposta é incentivar a troca de conhecimento e aproximar os participantes das novas tecnologias aplicadas à prática dermatológica.

“O congresso reflete um momento de transformação da especialidade, com a incorporação de recursos que ampliam a precisão dos procedimentos e reforçam a segurança dos pacientes”, destaca o Dr. Alessandro Alarcão, presidente do 36º CBCD.

O evento também prevê ações voltadas à sustentabilidade, com iniciativas para reduzir impactos ambientais e promover responsabilidade social. “A ideia é realizar um congresso alinhado às boas práticas ambientais, sem abrir mão da qualidade científica”, completa Le Voci.

Além da programação científica, os participantes podem conhecer a cultura local e a gastronomia de Goiânia. A agenda social inclui quatro noites de programação, com apresentações de artistas como Leonardo, Mumuzinho, Matheus & Kauan, Carla Cristina e o DJ Jesus Luz.



Serviço
36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD 2026)

Data: 30 de abril a 3 de maio de 2026
Local: Centro de Convenções Goiânia
Mais informações: Link



Sobre a SBCD


Fundada em 1988, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) é referência nacional na formação, aperfeiçoamento e atualização de especialistas em cirurgia dermatológica. A entidade promove educação médica continuada, incentiva a pesquisa científica e desenvolve ações voltadas à segurança do paciente e à prática ética na especialidade.

segunda-feira, 2 de março de 2026

Amilton Godoy e Gabriel Grossi lançam “Os Filhos de Villa”


Disco reúne novamente o pianista e o harmonicista em homenagem ao legado de Heitor Villa Lobos

O show de lançamento será no Centro Cultural São Paulo com entrada gratuita

“Os Filhos de Villa” é o novo álbum do pianista Amilton Godoy e do harmonicista Gabriel Grossi, disco que dá continuidade ao primeiro projeto feito pelo duo em homenagem à obra de Heitor Villa Lobos (Villa-Lobos Popular). Desta vez, Amilton e Gabriel voltam seus olhares - e instrumentos - para a influência de Villa-Lobos sobre as gerações posteriores, ao seu legado, explorando os desdobramentos na música brasileira.

O álbum estará disponível nas plataformas digitais no dia 5 de março, na mesma data do show de lançamento em São Paulo. A apresentação com entrada gratuita será também na quinta-feira, no Centro Cultural São Paulo, na Sala Jardel Filho. Além do lançamento digital, o disco ganhará uma edição limitada em vinil.

“Os Filhos de Villa” traz nove faixas instrumentais, com um repertório que sugere pontes, inclusive didáticas, entre Villa e alguns de seus herdeiros musicais mais significativos: Tom Jobim, Egberto Gismonti, Johnny Alf, Paulinho Nogueira, Guinga e Maurício Einhorn. Além das releituras propostas pelos músicos, o disco traz duas composições autorais de Amilton e do Gabriel, ambos também influenciados pela obra do maestro.

A arte de capa é assinada pelos artistas designers, Rodrigo Sommer e Priscila Tâmara, do Tranquilo Studio.

O disco parte do que aparentemente seria um paradoxo: Villa-Lobos ter escrito grande parcela de sua música erudita a partir de materiais populares, fruto de suas pesquisas sobre cultura brasileira e seu folclore sonoro. É sobre esse território híbrido que o duo se debruça, destacando que essa interseção segue ativa, pulsante e contemporânea.

“Os Filhos de Villa” é, essencialmente, um álbum de música popular brasileira, ancorado por narrativas instrumentais, improvisação e pelo diálogo entre dois universos timbrísticos bem distintos: o piano de Amilton e a harmônica de Gabriel.

Amilton Godoy soma 73 anos de carreira consolidada e celebra 85 anos de vida (no dia 2 de março). Gabriel Grossi acumula uma trajetória estabelecida dentro e fora do país, reconhecido como um dos grandes harmonicistas da atualidade.

O projeto “Os Filhos de Villa - Amilton Godoy e Gabriel Grossi” foi realizado com apoio da 8ª edição do Edital de Apoio à Música para a cidade de São Paulo, realização da Secretaria Municipal de Cultura e produção da DG Produções e Tudo Bem Produções.

Serviço:

Amilton Godoy e Gabriel Grossi
Show lançamento disco “Os Filhos de Villa”
Data: 5 de março de 2026 (quinta-feira)
Horário: 20h
Local: Centro Cultural São Paulo (Sala Jardel Filho)
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo/SP

Classificação indicativa: livre

Ingressos: gratuito (disponíveis para retirada do público, on-line e física, a partir das 14h do dia 4/03, quarta-feira)



Faixas

1. Loro | Egberto Gismonti
2. Chovendo na Roseira | Tom Jobim
3. Choro | Amilton Godoy
4. Bachianinhas nº 1 | Paulinho Nogueira
5. Garota de Ipanema | Tom Jobim e Vinícius de Moraes
6. Rapaz de Bem | Johnny Alf
7. De Coração | Gabriel Grossi
8. Batida Diferente | Durval Ferreira / Maurício Einhorn
9. Choro pro Zé | Aldir Blanc / Guinga

Ficha Técnica
Disco: Os Filhos de Villa
Amilton Godoy: piano

Gabriel Grossi: harmônica

Lançamento: 2026
Faixas: 9
Formato: digital e vinil
Produção musical e arranjos: Amilton e Gabriel

Gravação, mixagem e masterização: Adonias Souza Junior (Estúdio Arsis)
Produção fonográfica: DG Produções
Produção executiva e coordenação geral: Dani Godoy

Projeto: Dani Godoy e Débora Ribeiro de Lima
Designer de capa: Priscila Tâmara e Rodrigo Sommer (Tranquilo Studio)
Realização: Tudo Bem Produções e Secretaria Municipal de Cultura


Sobre os músicos:


Amilton Godoy, ex-integrante e fundador do emblemático Zimbo Trio, é considerado um dos grandes pianistas do mundo, com 91 discos lançados e shows em mais de 40 países, soma prêmios, turnês internacionais e anos de docência e pesquisa musical. Perfeitamente na ativa, Amilton é um mestre da música que completou sete décadas de uma carreira notável.

Gabriel Grossi, apesar da juventude, o músico e compositor carioca já contabiliza 17 álbuns na discografia, prêmios nacionais e internacionais e uma carreira consolidada no circuito mundial da música instrumental. É considerado um dos melhores harmonicistas do mundo e um dos instrumentistas mais importantes da música brasileira.

Ambos são vencedores do Grammy.


No primeiro disco “Villa Lobos Popular” (de 2012) os músicos exploram e reinterpretam a obra de Heitor Villa-Lobos, com arranjos focados na linguagem popular e jazzística, destacando a conexão entre a música erudita e a música popular brasileira.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

A História de Virginia Giuffre: O Que o Mundo Precisa Aprender Sobre Poder, Abuso e Silêncio



    Virginia Giuffre nasceu em 1983, nos Estados Unidos, e cresceu em um ambiente marcado por instabilidade, violência e abandono. Desde muito jovem, enfrentou abusos que moldaram sua trajetória e a deixaram vulnerável a adultos que se apresentavam como protetores, mas que, na verdade, enxergavam nela uma presa fácil. A adolescência de Virginia foi um terreno fértil para predadores: instituições falharam, adultos falharam, e o mundo ao redor parecia sempre disposto a culpá‑la por sua própria vulnerabilidade.

    Foi nesse contexto que ela conheceu Ghislaine Maxwell, enquanto trabalhava no spa do resort Mar‑a‑Lago, na Flórida. Maxwell surgiu com a elegância e a autoridade de quem sabe manipular. Ofereceu oportunidades, promessas, estabilidade — exatamente o que uma adolescente fragilizada desejava ouvir. Mas por trás da fachada havia Jeffrey Epstein, um homem cercado por riqueza, influência e conexões com figuras poderosas. O que começou como uma promessa de futuro rapidamente se transformou em coerção, abuso e exploração sistemática.

    Durante anos, Virginia viveu presa a um ciclo de violência que envolvia não apenas Epstein e Maxwell, mas também homens influentes, alguns deles figuras públicas de renome internacional. Ela denunciou ter sido traficada sexualmente para pessoas poderosas, incluindo o então príncipe Andrew, que sempre negou as acusações. Ainda assim, sua voz ecoou pelo mundo e se tornou um símbolo de resistência contra redes de exploração sexual sustentadas por dinheiro, silêncio e impunidade.

Na foto: O ex-príncipe Andrew - Virgínia e a aliciadora Ghislaine Maxwell
 


    Virginia Giuffre nasceu em 1983, nos Estados Unidos, e cresceu em um ambiente marcado por instabilidade, violência e abandono. Desde muito jovem, enfrentou abusos que moldaram sua trajetória e a deixaram vulnerável a adultos que se apresentavam como protetores, mas que, na verdade, enxergavam nela uma presa fácil. A adolescência de Virginia foi um terreno fértil para predadores: instituições falharam, adultos falharam, e o mundo ao redor parecia sempre disposto a culpá‑la por sua própria vulnerabilidade.

Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell 
“De socialite influente a detenta federal: Ghislaine Maxwell cumpre pena nos EUA por seu papel na rede de exploração de Jeffrey Epstein, um lembrete de que o poder não deveria ser escudo para a injustiça.”



    Foi nesse contexto que ela conheceu Ghislaine Maxwell, enquanto trabalhava no spa do resort Mar‑a‑Lago, na Flórida. Maxwell surgiu com a elegância e a autoridade de quem sabe manipular. Ofereceu oportunidades, promessas, estabilidade — exatamente o que uma adolescente fragilizada desejava ouvir. Mas por trás da fachada havia Jeffrey Epstein, um homem cercado por riqueza, influência e conexões com figuras poderosas. O que começou como uma promessa de futuro rapidamente se transformou em coerção, abuso e exploração sistemática.

    Durante anos, Virginia viveu presa a um ciclo de violência que envolvia não apenas Epstein e Maxwell, mas também homens influentes, alguns deles figuras públicas de renome internacional. Ela denunciou ter sido traficada sexualmente para pessoas poderosas, incluindo o então príncipe Andrew, que sempre negou as acusações. Ainda assim, sua voz ecoou pelo mundo e se tornou um símbolo de resistência contra redes de exploração sexual sustentadas por dinheiro, silêncio e impunidade.

    Quando finalmente encontrou forças para denunciar, enfrentou o que tantas vítimas enfrentam: descrédito, ataques, tentativas de desqualificação. Mas continuou. Sua persistência ajudou a expor a engrenagem de abuso que operava há décadas, protegida por conexões políticas, financeiras e sociais. A coragem de Virginia abriu caminho para outras vítimas e pressionou autoridades a reabrirem investigações, resultando na prisão de Epstein em 2019 e na condenação de Maxwell em 2021.

    Depois de anos de batalhas judiciais, exposição pública e desgaste emocional profundo, Virginia se mudou para a Austrália, onde tentou reconstruir a vida com o marido e os filhos. Mas o peso de tudo o que viveu — somado à pressão constante de ser uma figura pública em um caso global — deixou marcas profundas. Em abril de 2025, ela foi encontrada morta em sua propriedade em Neergabby, na Austrália. A polícia local informou que não havia indícios de crime, e sua família confirmou que ela morreu por suicídio.

    Documentos posteriores, divulgados brevemente nos chamados “Epstein files”, revelaram que ela tirou a própria vida com um disparo de arma de fogo, informação que foi rapidamente retirada dos arquivos após divulgação acidental.

    Sua morte gerou comoção mundial. Familiares, advogados e sobreviventes de abuso sexual lamentaram não apenas a perda de uma mulher que se tornou símbolo de resistência, mas também o fato de que o sistema — mais uma vez — falhou em proteger alguém que dedicou a vida a denunciar injustiças. Para muitos, Virginia carregou sozinha um peso que deveria ter sido dividido por instituições, autoridades e pela sociedade.

    A história de Virginia Giuffre é um alerta urgente. Mostra como predadores se aproveitam de vulnerabilidades emocionais, econômicas e sociais. Mostra como meninas podem ser enganadas por promessas de proteção, oportunidades e afeto. Mostra como pessoas poderosas usam sua influência para silenciar vítimas e manipular narrativas. E mostra, acima de tudo, que a culpa nunca é da vítima — nunca.

    Para as meninas e mulheres que crescem em um mundo onde ainda existem Epsteins e Maxwells, a história de Virginia é um farol: um aviso sobre os perigos da manipulação, da falsa proteção e do poder usado para destruir vidas. Mas também é um lembrete de que a verdade, quando dita com coragem, pode abalar estruturas inteiras — mesmo que o preço, para quem a diz, seja devastador.




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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Volta às aulas e ao trabalho impulsiona vendas de calçados no início do ano: sandálias, crocs e tênis lideram o consumo


Com mix multimarcas e foco em conforto e custo-benefício, rede de franquias Sandaliaria se consolida como opção prática para famílias e como modelo de negócio resiliente no varejo


O início do ano é tradicionalmente um dos períodos mais aquecidos para o varejo de calçados no Brasil. A combinação entre férias, volta às aulas, retomada da rotina de trabalho e clima quente movimenta o consumo e reforça a busca por produtos confortáveis, versáteis e acessíveis. Nesse cenário, categorias como sandálias, crocs e tênis leves ganham protagonismo nas prateleiras e no carrinho do consumidor.

Na franquia Sandaliaria, rede especializada em calçados, acessórios e produtos personalizáveis, as sandálias representam cerca de 45% das vendas no período, seguidas por crocs (35%) e tênis casuais e leves (20%).

“O consumidor está mais ativo no começo do ano, caminhando mais, viajando e retomando compromissos. Isso faz com que o conforto deixe de ser um diferencial e passe a ser prioridade”, afirma Rodrigo Deotto, CEO da Sandaliaria.

Conforto, praticidade e consumo inteligente

Além do apelo sazonal, o início do ano também concentra despesas importantes no orçamento familiar, como material escolar, impostos e viagens. Esse contexto faz com que o custo-benefício tenha peso decisivo na compra.

“As famílias buscam produtos duráveis, funcionais e que possam ser usados em diferentes ocasiões. Modelos anatômicos, leves e fáceis de calçar são os mais procurados”, explica Deotto.

É nesse ponto que o modelo multimarcas da Sandaliaria se destaca. Com um portfólio que atende adulto, juvenil e infantil, a rede permite que o consumidor resolva todas as compras em um único local. “A proposta é facilitar a jornada do cliente, oferecendo variedade, preços acessíveis e soluções para diferentes perfis dentro da mesma loja”, diz o executivo.

Mix estratégico e renovação de portfólio

Com mais de 18 grifes homologadas - além da Blessed, marca própria do grupo - a Sandaliaria aposta em um mix equilibrado entre produtos básicos, funcionais e itens alinhados às tendências de moda. No início do ano, a renovação do portfólio acompanha o lifestyle da estação, com reforço em slides, papetes, rasteiras, sandálias leves e tênis respiráveis.

“Trabalhamos com uma curadoria focada em desempenho de vendas, sazonalidade e perfil regional do público. Isso garante alto giro, variedade adequada e margens saudáveis para os franqueados”, afirma Deotto. A estratégia inclui também maior profundidade de estoque nas numerações de maior saída e nas categorias mais sazonais, sem comprometer o capital de giro das lojas.

Loja como espaço de relacionamento


Mais do que vender calçados, a Sandaliaria aposta na experiência. As lojas são pensadas como ambientes democráticos e acolhedores, onde o cliente se sente à vontade para experimentar, comparar e escolher.

“A loja deixa de ser apenas um ponto de venda e passa a ser um espaço de relacionamento. O consumidor busca identificação com a marca, conforto e uma experiência de compra agradável”, reforça o CEO.

Esse posicionamento acompanha mudanças claras no comportamento de consumo. Calçados como crocs e sandálias confortáveis, antes restritos ao lazer, hoje fazem parte do uso diário, inclusive em ambientes de trabalho mais flexíveis. “O bem-estar passou a guiar decisões de compra. Quem entende esse movimento consegue capturar melhor as oportunidades do mercado”, completa.

Oportunidade também para empreendedores

Com mais de 90 unidades espalhadas por 23 estados, a Sandaliaria se consolidou como a maior franquia de sandálias multimarcas do país. Para os franqueados, o início do ano costuma representar um aumento médio de 15% a 25% no faturamento, reforçando a força do modelo de negócio em períodos de alta sazonalidade.

“O começo do ano reúne tudo o que o varejo de calçados precisa, como clima favorável, maior circulação de pessoas e necessidade real de reposição. Quem trabalha bem mix, estoque e comunicação conseguem transformar esse momento em crescimento”, conclui Rodrigo Deotto.

Sobre a Sandaliaria


Criada em 2005, em Piracicaba (SP), a Sandaliaria nasceu como a primeira operação exclusiva de venda de chinelos em shopping centers, e após sua chegada no franchising, em 2014, se tornou a maior franquia de sandálias multimarcas do Brasil. São mais de 18 grifes em seu portfólio, entre Havaianas, Crocs, Melissa, Rider, Piticas e a linha própria Blessed. A marca oferece dois modelos de negócios: licenciamento (container, loja de rua e quiosque) e franquia (shopping center), o investimento inicial é a partir de R$ 166 mil e prazo de retorno de 18 a 36 meses. https://franquia.sandaliaria.com.br



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